Romance

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Eu vi: The Spetacular Now

Esse fim de semana assisti The Spetacular Now, baseado no livro de mesmo título do Tim Tharp, ainda não lançado no Brasil. Estrelado por Miles TellerShailene Woodley - eles também contracenam em Divergente -, o filme acompanha a história de Sutter, um menino que não tem muitos planos para o futuro e costumava ser a alma das festas até terminar com a namorada (que já está em outra).

Então ele conhece Aimee, uma menina que sequer passava pelo seu radar na escola. Ela entrega jornais para ajudar nas contas da família e não tem coragem de confrontar a mãe e contar que passou para uma universidade longe de casa. Os dois se aproximam, viram amigos e se apaixonam. Juntos Aimee e Sutter confrontam seus próprios medos e aprendem sobre amor e amadurecimento. Continue reading

Eu li: Um caso perdido (Hopeless) – Colleen Hoover


Sky foi educada em casa, mas sua reputação já pairava no ar antes mesmo de decidir frequentar a escola no último ano. Com a melhor amiga a um oceano de distância e sem acesso a muita tecnologia além de um telefone celular cuja maior utilidade é enviar mensagens de texto, ela tenta sobreviver aos primeiros dias de escola. É nesse cenário que conhece Dean Holder, um garoto que traz a Sky sentimentos conflitantes – mas o único que a faz sentir algo. Sonhos de um passado que parecia esquecido começam a surgir com a presença de Holder e o destino de Sky após isso parece um caso perdido.

Li Um caso perdido em inglês, o livro escolhido para inaugurar meu novo Kindle PaperWhite (a evolução do meu amor pelo Kindle ) e para a volta do blog. Como eu sofro de masoquismo literário, senti vontade de ler por ouvir muita gente dizer que o livro era triste, daqueles que nos fazem sofrer. É disso que eu gosto! Já tinha começado a ler Métrica, da mesma autora, mas após tentar duas vezes, não consegui avançar na leitura e deixei pra lá – não consegui muito me apegar à história nem aos personagens. Na verdade, quase abandonei esse também: até 50% do livro, eu conseguia imaginar o que estava para acontecer, mas sentia que a história não andava. Ainda bem que persisti, pois tudo muda a partir da segunda metade da história.

I need to believe that what she did was the only answer she had left, because if I don’t, then I’ll never forgive myself for not helping her find a different one.
(Eu preciso acreditar que o que ela fez era a única resposta que restava, porque se eu não acreditar, então eu nunca vou me perdoar por não ajuda-la a encontrar uma diferente.)

Eu gosto muito da temática escolhida pela autora para Um caso perdido. Na verdade, acho que é impossível não sentir o estômago embrulhar com o principal conflito do livro, então acho que isso foi o que me conquistou. Além disso, o relacionamento entre Dean e Sky é saudável. É uma gracinha a maneira como Holder cuida de Sky e a respeita, algo que sinto em falta em alguns livros do gênero. Geralmente vejo relacionamentos que causam mais mal que bem, gosto quando é uma história que mostra um casal que cresce com o relacionamento, entendendo os limites um do outro e apoiando quando necessário.

Meu coração ficou muito apertado e tive que me segurar para não chorar publicamente enquanto lia – eu sei, sou uma manteiga derretida! É uma história feita na medida para sofrer.

Acho que é por isso que tenho algumas considerações a respeito: eu achei a primeira metade do livro muito lenta e no início eu tive a impressão que o relacionamento se desenvolveu muito rápido, mas para essa parte a autora consegue uma explicação bastante satisfatória. Apesar de achar um excelente tema para ser colocado em debate – e gostei da construção do assunto, que não posso falar qual foi, já que é spoiler -, eu senti que alguns pontos do problema foram exagerados. Sem dar spoilers: o que acontece com a personagem é perfeitamente possível, mas a construção dela e do Dean me incomodou um pouco, em alguns momentos senti muita dificuldade em me sentir próxima dos personagens. Eu não os sentia reais de verdade. Essas são as duas coisas que mais me incomodaram: como demorei a “mergulhar” na história e como me senti distante dos protagonistas. Continue reading

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Meu nome é Iris Figueiredo, tenho 21 anos e me formei em Comunicação Social pela UFRJ. Sou autora dos livros Confissões On-Line e Dividindo Mel. Além dos livros, também sou apaixonada por músicas, filmes e viagens. Esse é um espaço criado para compartilhar um pouco sobre tudo isso. Saiba mais.


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Confissões on-line

"Confissões on-line" é meu segundo livro e foi lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Dividindo Mel

"Dividindo Mel" é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais
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