Romance

Younger

Não precisei de muito para acrescentar Younger à minha grade. Uma série de TV ambientada no mundo editorial com a Hilary Duff no elenco (A parte da Hilary Duff é muito importante!)? Claro que eu ficaria apaixonada!

Com episódios de 25 minutos, Younger é baseada em um livro homônimo, publicado no Brasil pela Record. Na série, Liza é uma mãe na casa dos quarenta anos, recém-divorciada, desempregada e atolada em dívidas.

Enquanto sua filha faz intercâmbio na Índia, Liza segue a procura de um emprego, sem sucesso. Ela passou muito tempo longe do mercado de trabalho e agora está “muito velha” para retomar a carreira do ponto onde parou. Sua melhor amiga sugere então que Liza faça uma repaginada, falsifique uns documentos e diga que tem vinte anos a menos. E a ideia bizarra dá certo!

Liza consegue um emprego em uma editora de livros, mas não é só isso que a “juventude” traz para ela: um novo amor, novas amizades e uma vida muito diferente da que tinha antes são só algumas coisas na vida da protagonista. E as risadas são garantidas.

Eu fiquei apaixonada por essa série. Além do ambiente ser uma editora – o que me ajuda a matar saudades do meu antigo emprego! -, a história gira ao redor de mulheres incríveis. Há romance, mas isso está longe de ser o principal.

De volta à juventude, Liza reaprende. Suas inseguranças – e das personagens que a cercam – tornam tudo mais divertido. É legal também como alguns assuntos mais delicados são explorados com leveza, como o relacionamento entre Kelsey e o namorado bonitão, que claramente é abusivo com ela, mas a garota não percebe e Liza tenta alertá-la.

Estou amando acompanhar a série. As cenas relacionadas ao ambiente de trabalho me divertem muito e a maneira como as referências são colocadas também me agradam. A amizade entre Liza e Kelsey é muito boa também.

Younger é uma série fofa, divertida e feminina – e isso é um excelente elogio! Assistam, juro que vale a pena.

No mundo da Luna

Apesar de ter abandonado a faculdade de Jornalismo, ainda há uma parte de mim apaixonada pela profissão. Quando descobri que a protagonista do novo livro da Carina Rissi era jornalista, corri para ler!

Luna é recém-formada em Jornalismo e trabalha na revista Fatos&Furos, mas está bem longe da função que gostaria. A jovem é recepcionista e vive à espera de uma oportunidade para finalmente começar a escrever. Seu chefe, Dante, mal consegue decorar seu nome, que dirá lhe dar a chance que tanto merece de mostrar seu talento.

Mas a revista anda mal das pernas e Dante está perdendo seus melhores profissionais para a concorrente, Na Mira. É assim que Luna vai cair de paraquedas escrevendo a coluna do horóscopo.

Mas mexer com o zodíaco é coisa séria e a jovem jornalista vai descobrir isso na pele. Continue lendo

Ponte Aérea

Quase toda segunda-feira vou ao cinema para preencher a lacuna de tempo entre o trabalho e a aula da pós-graduação. Em uma dessas idas, me deparei com o cartaz do filme nacional Ponte Aérea, um romance entre Rio e São Paulo. Quando estreou, voltei ao cinema para conferir.

O filme acompanha Amanda (Letícia Colin), uma jovem e bem-sucedida publicitária que acaba de ser promovida no trabalho. Ela fica presa em Belo Horizonte quando um voo entre Rio e São Paulo não pode aterrissar devido ao mau tempo. No hotel conhece Bruno (Caio Blat), um carioca descompromissado que está a caminho de São Paulo para visitar o pai no hospital.

O que era para ser caso de uma só noite se transforma em algo mais quando Bruno a procura em São Paulo. Entre as duas capitais, Bruno e Amanda descobrem o amor e suas próprias vontades.

Eu gostei muito de Ponte Aérea. Amanda é uma personagem decidida, workaholic e muito focada no que quer. Bruno, por outro lado, é seu oposto: não tem grandes pretensões na vida e não costuma pensar muito no futuro. Os conflitos causados por essas personalidades opostas é o que move o filme. Como duas pessoas completamente diferentes, vivendo vidas opostas, conseguem manter um relacionamento?

O ponto forte do enredo é isso – como as diferenças ajudam e atrapalham um casal. Quem já esteve em algum relacionamento sabe como essas questões pesam no dia-a-dia.

A única coisa que me incomodou é a construção dos personagens. Bruno tem toda construção ao seu redor: nós conhecemos seus amigos, sua rotina, seus dramas familiares… Ele parece mais humano. A construção da Amanda me incomodou bastante. Fiquei com a impressão que ela só existia no trabalho e nada mais! Não conhecemos sua família, sua vida fora da agência de publicidade ou além do Bruno. Ela só tem uma amiga fora do trabalho e não parecem próximas, além de só falarem sobre o namorado. Isso me incomodou muito! Enquanto Bruno existe, senti que Amanda só existe em função do trabalho até que o amor a faz ver outras coisas. Não curti por não torná-la uma pessoa. Ah, também não gostei muito de reforçar o esteriótipo carioca que não faz nada da vida e paulista que só vive pra trabalhar.

Tirando esse detalhe, gostei bastante do filme e principalmente do final. Vale a pena assistir!

Sobre mim

Meu nome é Iris Figueiredo, tenho 22 anos e publiquei dois livros: Dividindo Mel e Confissões On-line. Sou produtora editorial, carioca da "clara" e vascaína. Amo viajar, sou viciada em twitter e não vivo sem música. Para me conhecer melhor, clique aqui.

Confissões on-line

"Confissões on-line" é meu segundo livro e foi lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Dividindo Mel

"Dividindo Mel" é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais

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