Sobre mim

Meu nome é Iris, tenho 21 anos e sou autora dos livros Confissões on-line e Dividindo Mel. Sou estudante de Comunicação Social, trabalho com livros e adoro falar sobre música, literatura e comportamento.

Confissões on-line

Confissões on-line é meu segundo livro e será lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Agenda – 2014

Em 2014 farei eventos para lançar meu livro em várias cidades do Brasil. Os eventos abaixo já foram marcados, fique de olho para saber se sua cidade terá um evento.

22/03. Curitiba
Livrarias Curitiba - Shopping Palladium
Horário: 10h00 (Dez da manhã)

25/04. São Paulo
Saraiva - Paulista

10/05. Recife
Saraiva - Shopping Rio Mar

Quer um evento na sua cidade? Entre em contato com a @Generale_ED e peça evento na sua cidade!

Dividindo Mel

Dividindo Mel é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais.

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Instagram

Siga no instagram: @irisfigueiredo

Arquivos: 14/07/2012

A Culpa é das Estrelas – John Green

Os pulmões de Hazel não funcionam muito bem como pulmões. Ela foi diagnosticada com câncer nos pulmões há um tempo e sabe que sua sentença de morte está, basicamente, assinada. Mas Hazel não se importa, pois viver é um efeito colateral de se estar morrendo. Seu tumor diminuiu com ajuda de remédios, mas é questão de tempo até que ela parta.

Até que ela conhece Augustus Waters, um menino bonito, simpático, divertido e que está no mesmo grupo de apoio para crianças com câncer que sua mãe a obriga a frequentar. E, repetindo a sinopse oficial, “juntos os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas” – porque alguns infinitos são maiores que outros.

Como afastar seus sentimentos de um livro que é sobre sentimentos? Não dá. Eu vou usar uma citação da Hazel para começar a resenha:

Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.

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