Sobre mim

Meu nome é Iris, tenho 21 anos e sou autora dos livros Confissões on-line e Dividindo Mel. Sou estudante de Comunicação Social, trabalho com livros e adoro falar sobre música, literatura e comportamento.

Confissões on-line

Confissões on-line é meu segundo livro e será lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Agenda – 2014

Em 2014 farei eventos para lançar meu livro em várias cidades do Brasil. Os eventos abaixo já foram marcados, fique de olho para saber se sua cidade terá um evento.

22/03. Curitiba
Livrarias Curitiba - Shopping Palladium
Horário: 10h00 (Dez da manhã)

25/04. São Paulo
Saraiva - Paulista

10/05. Recife
Saraiva - Shopping Rio Mar

Quer um evento na sua cidade? Entre em contato com a @Generale_ED e peça evento na sua cidade!

Dividindo Mel

Dividindo Mel é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais.

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Instagram

Siga no instagram: @irisfigueiredo

Arquivos: 13/05/2012

I Bienal do Livro do Amazonas!

Recado da Iris: O Literalmente Falando foi convidado para cobrir, como um dos blogs oficiais, a I Bienal do Livro do Amazonas. A Elena, colunista do blog, foi representando o LF.

Olá, gente! Aqui é a Elena, a colunista sumida do blog. Mas hoje não estou aqui para falar de adaptações literárias, mas de um evento que eu tive a ótima oportunidade de presenciar – a I Bienal do Livro do Amazonas.
Então, não sei se vocês sabem, mas eu moro em Manaus, capital do Amazonas. Aqui, eventos de grande porte como esse não costumam acontecer com frequência – então foi com bastante surpresa e expectativa que recebi a notícia de que, de fato, ia acontecer uma Bienal aqui.

A Bienal do Livro do Amazonas aconteceu durante 27 de abril a 6 de maio e, graças à boa divulgação que ela estava tendo via twitter, facebook e etc, estava bastante ansiosa por ela - e aqui abro um espaço para dar parabéns pelos responsáveis pela divulgação da Bienal, porque ela foi muito bem divulgada – utilizaram várias redes sociais e não tinha uma pessoa nessa cidade que não estava sabendo da Bienal…

A maior parte da publicidade do evento se dava em torno dos debates que iam acontecer por lá. Na realidade, em torno da programação cultural em geral. As principais eram quatro: O Tacacá Literário, uma adaptação regional do Café Literário que acontece nas Bienais do Livro por aí. Também o Território Livre, debates com temas que iam além dos livros; o Livro Encenado, onde diversos atores nacionais vieram para a leitura de livros; e a Floresta de Livros, com encenações de história para o entretenimento de crianças, que foi um dos espaços mais movimentados da Bienal – eu tentei tirar foto de uma das encenações que eu vi, porém o espaço estava tão cheio que eu nem consegui chegar perto direito…
A agenda cultural de todas as atividades estava bastante cheia. Quanto ao Tacacá Literário, alguns dos convidados que vieram para as mesas foram valter hugo mãe, autor angolano que participou de um debate sobre a escrita em português, e o argentino Andrés Neuman, que falou sobre a riqueza da literatura latino americana. A programação completa está disponível no site da Bienal do Livro, aqui.

O debate do Tacacá Literário que eu tive a oportunidade de ver foi o com Marcelo Backes e Heloisa Jahn sobre tradução e criação literária. Um assunto interessantísimo para mim e para os amantes de livros e que foi debatido de forma bem esclarecedora – as dificuldades trazidas pela tradução e a tarefa árdua (e segundo eles, também criativa) do tradutor… Deu para perceber o quanto a tradução é um trabalho extremamente delicada – e os dois, inclusive, possuem visões diferentes sobre o que é a tradução.

Além dos convidados para o Tacacá Literário, houve outras pessoas presentes para o restante da programação da Bienal – atores como Caio Blat, Beth Goulart e Mel Lisboa vieram para participar do Livro Encenado. E, no Território Livre, que era um espaço mais aberto, em forma de arena, houve paletras sobre bullying, ENEM, e inclusive uma sobre futebol, com Carlos Alberto Parreira.
Além de, como eu ter dito, a primeira edição da Bienal do Livro do Amazonas ter sido extremamente bem divulgada, ela deu um show na parte de organização. Sempre tinham vários funcionários ajudando na organização em vários locais, desde a fila de entrada, até nas distribuições de senhas. Acho que a única coisa que me decepcionou um pouco foram os estandes: digamos que, diferente do que era a proposta inicial da Bienal com os convidados e debates, as exposições de livros foram um tanto regionais – muita gente que foi para a Bienal com a intenção de comprar livros acabou se decepcionando um pouco, pois a maioria dos estantes eram sobre livros ou regionais, ou religiosos, ou universitários. Mas apesar disso, fiquei me sentindo bastante orgulhosa pelo porte do evento e por tudo der dado tão certo – a Bienal definitivamente foi um sucesso, e um grande marco no incentivo à leitura no Amazonas.