Sobre mim

Meu nome é Iris, tenho 21 anos e sou autora dos livros Confissões on-line e Dividindo Mel. Sou estudante de Comunicação Social, trabalho com livros e adoro falar sobre música, literatura e comportamento.

Confissões on-line

Confissões on-line é meu segundo livro e será lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Agenda – 2014

Em 2014 farei eventos para lançar meu livro em várias cidades do Brasil. Os eventos abaixo já foram marcados, fique de olho para saber se sua cidade terá um evento.

22/03. Curitiba
Livrarias Curitiba - Shopping Palladium
Horário: 10h00 (Dez da manhã)

25/04. São Paulo
Saraiva - Paulista

10/05. Recife
Saraiva - Shopping Rio Mar

Quer um evento na sua cidade? Entre em contato com a @Generale_ED e peça evento na sua cidade!

Dividindo Mel

Dividindo Mel é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais.

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Instagram

Siga no instagram: @irisfigueiredo

Arquivos: 08/12/2011

Kit Kat #1: "E se o Peeta fosse um semideus?"

Mas que nome de coluna é esse? Hey, leitores do Literalmente Falando! Eu não tinha a mínima ideia de como me apresentar e menos ainda de como apresentar a minha coluna, principalmente quando a nomeação de tal é tão… fora do normal.
Kit Kat é um chocolate da Nestlé que ficou por muito tempo longe do nosso alcance e voltou para as lojas em julho desse ano. Mas qual é a relação bizarra entre Kit Kat e uma coluna sobre literatura?
O slogan. “Tenha uma pausa, coma um Kit Kat.” A verdade é que o nome saiu de uma conversa no chat do Facebook, logo não tem lá suas fontes de inspiração e pensamento racional, mas o que estou tentando dizer é o objetivo da coluna: ser um momento divertido, aleatório e recheado com reflexão sobre o mundo literário, utilizando referências do cinema, games, e porque não, da música.
Quantas vezes terminamos uma leitura e paramos para pensar sobre situações impossíveis dentro daquele universo que você ainda não quer deixar? Quantas vezes estamos fazendo prova de matemática e a resposta parece estar escondida dentro de uma caixa trancafiada em um castelo com dragões que guardam a entrada? Quantas vezes você olha para a estante e imagina como seria legal se os livros pudessem conversar entre si, se os personagens saíssem das páginas e fossem aparecer em outras, interagindo com aquele outro que você também adora ou vencendo o vilão que não estava preparado para aparição. Quantas vezes você foi assistir um filme e saiu da sessão com milhares de perguntas, ideias loucas e ideais novos. Ou quando você estava no carro escutando rádio e começa a tocar uma música perfeita para aquela cena do livro que você começou a ler no dia anterior, ou para aquele que você está pensando em escrever.

Quantas vezes você fez isso comendo chocolate e de repente tudo fez sentido, as flores sorriram pra você, o sol pareceu agradável, as pessoas ao redor ficarem menos irritantes e o céu estava coberto de diamantes!

Olá psicodelismo pós-surto-literário.
Principalmente se é quarta-feira e ainda faltam dois dias de tortura para o fim de semana. Principalmente se você está enrolando para terminar The Son of Neptune, o segundo livro de The Heroes of Olympus, e não consegue parar de pensar “E se o Peeta fosse um semideus?”.
Outro ponto importante é não se preocupar com gêneros. Por mais bobinho que um livro possa ser, há alguma coisa nele para ser pensada. Às vezes o autor apenas quis dizer “É assim que se leva um fora.” Às vezes todo o conteúdo não passa de uma roupagem diferente para uma mensagem ou clássico. Às vezes o autor está rindo da sua cara enquanto você pensa que é o fim, que está tudo como deveria ser e você pode dar um amoroso tchau para a série, mas NÃO É O FIM. Não podemos esquecer a possibilidade de uma das partes ter assistido Inception (“A Origem”) vezes demais e… É um sonho. Não passa de um sonho.
Finalizando, deixo uma frase do filósofo e sociólogo alemão Erich Fromm, “Os homens nascem iguais, mas também nascem diferentes”, que se associa a esse passo inicial da coluna como uma dica do que pretendo abordar na próxima: enredos semelhantes e as chatas acusações de plágio.
Não se esqueçam de trazer o Kit Kat.
Comentário da Iris: Desculpem postar a coluna da Nath com atraso! Mas está aí :) Espero que vocês curtam!

Nath/Nathys/Nathalia. Pseudo-cult, gamer, indie, fã da aleatoriedade do Universo e do número 42. Pode se tornar perigosa caso armada com um arco e flecha ou se ameaçada pela presença de unicórnios malignos – mas isso é um assunto secreto. A literatura pra essa garota é a mais rica forma de cultura que podemos contemplar e deve ser tratada com igual respeito, ou seja, sempre acompanhada de um kit kat.

Twitter: @_nathys