Autor do Mês: John Boyne
Você Tem Meia Hora – Camila Nascimento Silva
Promoção "Não sou este tipo de garota"
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Entrevista: Fernanda Brussi
Com a visita da autora Lauren Kate ao Brasil na semana anterior, nós ouvimos falar muito sobre Fallen, lançado no Brasil pela Galera Record.
| O computador onde as imagens surgem |
A maioria das pessoas que acompanham esse universo de literatura jovem-adulto sabe que a artista responsável pelas fotos na capa – por vezes, modelo – é a brasileira Fernanda Brussi. Fernanda mantém uma galeria no DeviantArt e foi lá que a Random House, editora original de Fallen, a encontrou e entrou em contato para que suas imagens fossem usadas na capa do livro.
Fernanda manipula imagens, fotografa e atua como modelo em algumas de suas imagens. Ela é a modelo na capa de Tormenta, por exemplo. Conversamos via e-mail e ela contou um pouquinho sobre como é estar na capa de um livro e deu uma dica sobre o que podemos esperar da capa de Rapture. Confira a entrevista.
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| Foto: Fernanda Brussi © |
Como foi o contato da Random House para usar as suas fotos na capa da série Fallen?
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| Foto: Fernanda Brussi © |
Radiante – Alyson Noël
Entre a Mente e o Coração – Lycia Barros
Apesar de começar do ponto em que “A Bandeja” termina, a história ganha um novo narrador e praticamente esquecemos a respeito de Angelina. Em uma narrativa mais madura que a anterior, Lycia nos apresenta uma nova versão de Rico, agora convertido e descobrindo um amor de verdade.
Conhecemos melhor Ana, a missionária que guia a missão de jovens na Universidade de Angelina. Ela e Rico começam a viver uma história de amor intensa, com muitas questões sendo levantadas durante o livro.
Lycia move fé, escolhas, razão e emoção em seu segundo romance, voltado para um público um pouco mais velho que o público do primeiro livro da coleção. A narrativa da autora evoluiu e melhorou consideravelmente, reparando os pequenos problemas que apresentou no primeiro livro. O português da autora também é impecável. O livro pode ser lido por quem não leu o outro da coleção e é excelente ver como a autora conseguiu dar uma voz convincente ao personagem masculino, respeitando sua personalidade e levando-o a uma transformação convincente e gradual.
Ana é uma personagem maravilhosa, transbordando fé e confiança em Cristo, em uma entrega total a Ele. Apesar dessa abundância de espiritualidade e fé presente em Ana, o livro fala sobre religião e sobre Deus de uma forma tranquila e natural, sem forçar ou impor. Essa é uma característica extremamente positiva na escrita de Lycia, a naturalidade com que assuntos como religião e princípios cristãos fluem em seus livros como algo intrínseco ao personagem, mas respeitando o território do leitor e sem soar como uma “pregação”. Discordei de pequenas coisas, mas é porque até mesmo em uma mesma religião, há alguns pontos de vista diferentes. Mas ainda assim, o livro foi uma leitura agradável e com uma mensagem muito forte sobre superação, vida, amor, perdão e fé.
Eu fico impressionada com a Ana, porque simplesmente não tem como não se emocionar. E a transformação do Rico também encanta. Apesar de ter um momento “bombástico” e surpreendente no livro, senti falta de mais reviravoltas – que “A Bandeja” tem aos montes. Apesar disso, achei esse infinitamente melhor e mais agradável de ler que o primeiro (e para quem leu minha resenha gigantesca, sabe que eu amei o primeiro). A escrita melhorou muito e até o ponto que comentei a respeito dos versículos foi aprimorado. Nesse livro soa tudo mais natural. Uma boa autora a gente nota assim: vai melhorando a cada texto, se remodelando e assim por diante. Dentro de sua proposta, o livro é excelente.
Além da falta que senti de mais reviravoltas (apesar da única que temos ser chocante), senti falta da interação entre mais personagens. Existem outros personagens em volta de Ana e Rico, mas ao contrário da história de Angelina, eles não são tão expressivos nesse livro. Senti falta de uma participação maior dos personagens secundários.
Lycia ganhou esse dom de Deus, que parece se aprimorar a cada livro. Agora estou ansiosa pelo próximo volume da coleção Despertares!
Reforço aqui que apesar do livro ter uma temática cristã é para todos os tipos de leitores. A autora não faz julgamento de valores e nem força a religião em seu enredo. Acho que todo mundo deveria dar uma chance e ler!
Promoção "Inacreditáveis"
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O Ladrão de Raios: Graphic Novel – Rick Riordan
Não há grandes alterações na adaptação para Graphic Novel, mas há muitos cortes e as ações passam correndo! E quando eu digo que é rápido, é rápido mesmo… Se não tivesse lido o livro, dificilmente entenderia o que e porque aconteceram certas coisas.
As cenas que eu mais gosto no livro ou passaram rápido demais ou não aconteceram. A questão é que Percy Jackson é extremamente visual, daria uma ótima graphic novel e não aconteceu isso. Devemos pensar que tanto o livro quanto a graphic novel são obras distintas, portanto, cada uma deve se sustentar sozinha. Se na graphic novel há furos e você não consegue ter um panorama completo do enredo, ela não foi bem adaptada.
Não estou pedindo para entrar em detalhes completos, longe disso. Mas realmente senti falta de algumas cenas e achei o ritmo acelerado demais, não dando para compreender a história.
Outra coisa que eu não gostei foram as ilustrações. Esse é sempre um campo difícil quando se adapta livros, pois raramente os desenhos vão corresponder à sua imaginação… Mas os personagens não aparentam ter doze anos de idade e as expressões de Percy e Annabeth parecem brutas demais, não combinam eles. Acho que grande parte da minha implicância com a Graphic Novel de Percy Jackson está relacionada às ilustrações, que não me agradaram.
O ponto positivo foi que eu li bem rápido, então é ótimo para dar a uma criança que esteja iniciando no mundo da leitura. Apresente a graphic novel a ela para que ela conheça um pouco da história, e depois entregue o livro para ela ler. Mas só indico nesse caso, ou se você for fã de Percy Jackson – como eu – e gostar de ter todos os livros para colecionar.















