Sobre mim

Meu nome é Iris, tenho 21 anos e sou autora dos livros Confissões on-line e Dividindo Mel. Sou estudante de Comunicação Social, trabalho com livros e adoro falar sobre música, literatura e comportamento.

Confissões on-line

Confissões on-line é meu segundo livro e será lançado em novembro de 2013. Saiba mais

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Agenda – 2014

Em 2014 farei eventos para lançar meu livro em várias cidades do Brasil. Os eventos abaixo já foram marcados, fique de olho para saber se sua cidade terá um evento.

22/03. Curitiba
Livrarias Curitiba - Shopping Palladium
Horário: 10h00 (Dez da manhã)

25/04. São Paulo
Saraiva - Paulista

10/05. Recife
Saraiva - Shopping Rio Mar

Quer um evento na sua cidade? Entre em contato com a @Generale_ED e peça evento na sua cidade!

Dividindo Mel

Dividindo Mel é meu primeiro livro e foi lançado em dezembro de 2011. Saiba mais.

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Arquivos: September 2011

Autor do Mês: John Boyne

Nascido no dia 30 de abril de 1971, John Boyne é um daqueles autores pelos quais a gente se apaixona. Meu caso de amor com seus livros começou pelo mais famoso, “O Menino do Pijama Listrado“. Logo depois veio “O Garoto no Convés” e John Boyne se tornou, facilmente, um de meus autores favoritos.
Natural de Dublin, na Irlanda, John Boyne já estudou literatura inglesa e escrita criativa. Apaixonado por livros, Boyne trabalhou em uma livraria e começou a escrever romances aos dezenove anos e teve seu primeiro livro publicado aos vinte e nove.
Quando seus dois primeiros livros foram publicados, John ainda trabalhava em livraria. Ele mesmo conta que costumava colocar seus livros em posição de destaque na loja, para que vendessem mais.

Seus livros já foram publicados em quarenta e três línguas. No Brasil quatro de seus romances foram editados pela Companhia das Letras e o último lançamento foi “Noah Foge de Casa“. Além dos livros já citados no post, a Companhia também publicou “O Palácio de Inverno“.

O Menino do Pijama Listrado” e “Noah Foge de Casa” são títulos infantis e John Boyne promete mais um no “estilo” para o ano de 2012. “O Menino do Pijama Listrado” foi escrito para crianças e ele não imaginava que adultos leriam. Em 2008, o livro foi adaptado para as telas do cinema, tornando-se um sucesso – tanto cinematográfico quanto literário.
O autor também ficou marcado pela forma como mescla momentos históricos e ficção. Em entrevistas, ele disse que aprendeu que para um autor escrever sobre algum lugar, deve ir até lá pesquisar. Para escrever “O Menino do Pijama Listrado” ele não visitou Auschwitz (apenas depois de concluir o livro), mas quando escreveu “O Palácio de Inverno”, viajou para a Rússia e mergulhou na história.
Em 2010 o autor visitou o Brasil para a Bienal do Livro de São Paulo. O livro que foi lançado recentemente pela Companhia das Letras é o único título do autor que não está inserido em um contexto histórico. Ele define como uma “espécie de conto de fadas”.

Você Tem Meia Hora – Camila Nascimento Silva

O chick-lit de estreia da carioca Camila Nascimento Silva também é um dos livros de estreia do selo Subtitulo, blog literário que virou braço editorial da editora Oficina de Livros.
Bia é uma aeromoça que mora há um tempo com o namorado, Arthur, a quem ela já considera marido. Pode não haver papel assinado, mas o que conta é o sentimento! Mas Bia não reclamaria nem um pouco se eles se casassem com toda a cerimônia… Porém, ao voltar para casa no Ano Novo, doida para curtir suas férias com Arthur, ela recebe uma triste notícia: ele está indo embora, e depois de tanto tempo, ela está solteira mais uma vez.
Beatriz se afunda em depressão. Procurando ajudar, Mariana, sua melhor amiga desde a infância e companheira de profissão, insiste para que ela se candidate a vaga de emprego que a companhia aérea está abrindo em Londres. Depois de muito hesitar, Bia aceita a sugestão da amiga e se candidata para o emprego, pronta para viver uma temporada na Terra da Rainha, um novo amor e muitas noites londrinas.

O livro tem personagens muito agradáveis, divertidos e retratos da nossa realidade. Não tem como não rir com Olli, completamente sem noção. Mas, ao tentar aproximar o modo de falar do personagem, a autora usa muitas gírias e escreve as palavras de forma diferente para ressaltar como o personagem fala. Algumas vezes isso é legal, mas em outras se torna excessivo e incomoda o leitor. A Bia é completamente doida e neurótica, o Arthur é sem noção demais, o Dyllan é uma graça e a Mariana é um amor de pessoa. Senti falta da autora explorar melhor a Fiona, que tinha potencial para ser uma pedra no sapato na vida da Bia e foi jogada para escanteio.
A escrita de Camila é recheada de cultura pop e referências ao dia-a-dia feminino – tanto brasileiro quanto londrino. A autora não abre mão de citações à lugares e marcas, tornando o livro mais próximo ao leitor. Adorei todas os comentários de Bia a respeito de onde ela passava ou o que fazia no Rio de Janeiro, pois eu conhecia a maioria dos lugares (de frequentar, passar em frente ou de ouvir falar). As citações aos locais londrinos também são legais, porque mesmo que não conheça pessoalmente, já ouviu falar algum dia ou viu os lugares por onde Bia passa em algum filme.
Mas, algumas vezes, esse “excesso” de referências atrapalha a leitura. Senti que em alguns trechos muita coisa poderia ser cortada, para tornar a leitura mais fluida. Existem algumas cenas dispensáveis, que não afetam o desfecho do livro e estão ali para enfeitar e florear. Além desse problema de edição, senti falta de uma revisão mais cuidadosa.
Adorei saber alguns detalhes sobre a aviação e, apesar de Camila não trabalhar como comissária de voo, deu para notar que ela fez uma pesquisa sobre a profissão. Além disso, a forma como Bia designa passageiros é hilária. Acho que o fato da autora ter nascido no Rio mas morar há um tempo em Londres também colaborou para trazer mais veracidade a história.
Apesar desses pequenos pontos negativos, o livro me surpreendeu no final. Ele vai além do que parece e dosa comédia com perda, amizade, amor e relacionamentos familiares. Acho que Camila tem potencial para se consagrar como autora brasileira do gênero! Adorei o livro e posso garantir que o selo Subtítulo acertou em cheio ao apostar nesse livro para ser um dos primeiros lançamentos deles. A capa é linda e passa o clima do livro de uma forma fofíssima. Espero ler em breve os outros dois lançamentos do Subtítulo e desejo uma caminhada de sucesso para essa galera, que saiu da internet para se tornar editora, abrindo portas para outras conquistas dessa blogosfera literária!

Promoção "Não sou este tipo de garota"

O final de semana foi agitado, não consegui aparecer decentemente por aqui… Para compensar, resolvi trazer uma promoção deliciosa para vocês em parceria com a Editora Novo Conceito. O ganhador vai levar para casa um kit do livro “Não sou este tipo de garota“, da Siobhan Vivian, contendo livro + marcador + boneca de papel com roupas para trocar, tipo aquelas de quando éramos crianças…
Para quem não conhece a história do livro, é só conferir minha resenha. Boa sorte e participem!

Para participar, LEIA AS REGRAS, não deixe de seguir o blog no Google Friend Connect e preencha o formulário no fim do post! A promoção encerra no dia 25 de outubro. Participem!
Para ter mais chances, saiba como conseguir mais números para o sorteio:


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Entrevista: Fernanda Brussi

Com a visita da autora Lauren Kate ao Brasil na semana anterior, nós ouvimos falar muito sobre Fallen, lançado no Brasil pela Galera Record.

O computador onde as imagens surgem

A maioria das pessoas que acompanham esse universo de literatura jovem-adulto sabe que a artista responsável pelas fotos na capa – por vezes, modelo – é a brasileira Fernanda Brussi. Fernanda mantém uma galeria no DeviantArt e foi lá que a Random House, editora original de Fallen, a encontrou e entrou em contato para que suas imagens fossem usadas na capa do livro.
Fernanda manipula imagens, fotografa e atua como modelo em algumas de suas imagens. Ela é a modelo na capa de Tormenta, por exemplo. Conversamos via e-mail e ela contou um pouquinho sobre como é estar na capa de um livro e deu uma dica sobre o que podemos esperar da capa de Rapture. Confira a entrevista.

Foto: Fernanda Brussi ©

Como foi o contato da Random House para usar as suas fotos na capa da série Fallen?

O contato ocorreu através de emails, a diretora de arte entrou em contato comigo para negociar o uso das imagens e no final deu tudo certo.
Qual é a sensação de entrar em uma livraria e ver sua foto estampada nas capas?
É uma ótima sensação, de muita satisfação. É muito bom poder ver meu trabalho ilustrando as prateleiras e meus amigos a toda hora dizendo “legal, vi sua capa hoje” em diversos lugares, até mesmo em livrarias de aeroportos ou de shoppings, por exemplo.
O que você achou de Fallen? Leu as continuações da série?
Achei uma estória interessante, gosto bastante de enredos envolvendo conflitos internos e elementos sobrenaturais. Além do que, acredito que todos os leitores acabam se identificando um pouco com a Luce, de alguma maneira. Eu li apenas Fallen e Torment, por enquanto.
Fallen faz parte de um segmento de leitura voltado para Jovens Adultos. Você costuma ler livros dessa faixa etária? Qual seu estilo literário favorito?
Não tenho o hábito de ler livros deste estilo, pois tenho preferência por literatura clássica. Acho que a coisa mais atual que andei lendo foi Stephen King, mas adoro Tolkien, Shakespeare, Camões, e estou despertando um enorme interesse por George R. R. Martin no momento.
A Lauren Kate falou no Rio de Janeiro que já tem uma ideia de como será a capa de Rapture. Você pode adiantar alguma coisa para a gente?
Infelizmente terei de fazer um pouco de suspense aqui, mas acredito que que gostou da capa de Torment vai adorar esta! Ela está um tanto mais suave e menos tensa que as anteriores…
Foto: Fernanda Brussi ©
Se você escrevesse um livro, qual das suas imagens escolheria como capa?
Acredito que é a que entitulei “The Other Half of me”, pois ela representa algo muito forte na minha própria história, que consegui expressar na forma de arte, e que sem dúvida resultaria em um enredo belíssimo e muito emocionante.
Enquanto procurava um pouco sobre você, vi que você gosta muito de bandas de rock que puxem para o lado gótico. O quanto a música influencia na criação de suas fotos e na manipulação de imagens?
Quase totalmente, pois a música é uma das coisas que mais amo na vida, e ela está comigo em todos os momentos. Quando não sou inspirada por ela, sou inspirada por momentos que ela também é capaz de ilustrar perfeitamente, o que serve como um tempero a mais para a inspiração.
O figurino é uma das coisas que mais impressionam em suas fotos. Todas as suas roupas fazem parte de um acervo pessoal? Você encomenda com uma costureira ou as faz? Conte um pouco pra gente sobre isso!
Quando sou eu a modelo nas fotos, costumo me utilizar de um acervo pessoal sim, juntando uma peça aqui e outra ali o resultado costuma ser legal, já que não foge do meu estilo de vida real mesmo. Em outros casos, me utilizo também do figurino de stocks que contribuem de forma livre para a arte, o que dá um toque final para o visual e ajuda a criar atmosferas sobrenaturais (como asas e outros objetos adicionais, por exemplo).
Além das fotos mais sombrias, você tem algumas que remetem ao estilo medieval e outras mais campestres. Há algum estilo que você prefira fotografar?
São estes os meus estilos favoritos: dark, fantasia, buc

Radiante – Alyson Noël

A protagonista dessa história é Riley, irmã de Ever, que morreu aos doze anos, atravessou a ponte e foi parar em um lugar chamado AQUI onde sempre é AGORA. Ela pode materializar o que quiser e sua vida, ou melhor, morte, até que parece interessante.
Mas então o Conselho lhe arranja um emprego e agora ela é uma apanhadora de almas e já tem seu primeiro serviço… A pós-morte não é tão divertida quanto Riley imaginou que seja. Ou será que é?
Radiante é o primeiro volume da série Riley Bloom, que se passa no mesmo universo ficcional da série Os Imortais, cujo primeiro volume é Para Sempre. Apesar de ser o que chamamos de “companion book”, o livro é autossuficiente. Você não precisa ler a série Os Imortais para ler a série Riley Bloom, pois ambos conseguem coexistir. Logicamente, se você tiver lido a saga de Ever, será bem mais tranquilo entrar no mundo de Radiante, pois não há muitas descrições e explicações nesse livro.

Nunca li um livro da Alyson Noël. Quer dizer, li Para Sempre até a metade e cansei, achei a Ever muito chata e fiquei sem paciência. Mas eu acho essa capa de Radiante uma gracinha, parece nuvem, algodão doce e todas essas coisas fofinhas. Sabe chiclete? Dá uma enorme vontade de morder a capa.
Então, fui até a coletiva de blogueiros com a Alyson que a Intrínseca organizou a Bienal do Livro. Aproveitei que Radiante estava custando 14 reais e comprei para que a autora autografasse. Ela foi tão fofa, simpática e deixou uma dedicatória tão bonitinha… Saí de lá e li uns trechinhos e tem sido assim desde o dia dois de setembro: lendo pedacinho por pedacinho de Radiante.
É um livro bem pequenininho e fácil de ler, 174 páginas. Mas eu demorei porque fui lendo em prestações e terminei de ler hoje pela manhã (estão vendo? Praticamente 20 dias de leitura. Depois vocês dizem que sou rápida…). Não vou dizer que amei ou odiei Radiante, mas que achei uma gracinha, bem leve e serviu para relaxar. Demorei para ler simplesmente porque não senti nenhuma vontade absurda de terminá-lo, simplesmente fui deixando rolar e lia quando sentia vontade.
Foi ótimo entrar na “cabeça” de uma menina de doze anos, cujos dramas não envolvem romance, mas os problemas mais simples e variados. É tudo mais claro, direto e sem enrolação! Os pensamentos de Riley são divertidos e inocentes, deliciosos de acompanhar. A autora praticamente não usa descrições, trabalha com o imediatismo da personagem, característico da idade… E a Riley é tão legal quando não está falando que sua irmã era o máximo e queria seguir seus passos se estivesse viva! Porque fala sério, gente: onde a Ever é legal?
Enfim… Como eu disse, nada que vá mudar sua vida, mas é para ler de pernas pro ar, bem delícia. Recomendo para as meninas mais novas, com certeza elas vão curtir e se identificar com a história da Riley.

Entre a Mente e o Coração – Lycia Barros

O segundo volume da coleção Despertares traz um personagem conhecido dos leitores de “A Bandeja: Qual pecado te seduz?“, primeiro livro da coleção. O protagonista dessa vez não é Angelina, mas Alderico. Também conhecido como apenas Rico, ele é o professor que roubou o coração de Angelina no livro anterior, mas essa história é completamente independente de “A Bandeja”.
Apesar de começar do ponto em que “A Bandeja” termina, a história ganha um novo narrador e praticamente esquecemos a respeito de Angelina. Em uma narrativa mais madura que a anterior, Lycia nos apresenta uma nova versão de Rico, agora convertido e descobrindo um amor de verdade.
Conhecemos melhor Ana, a missionária que guia a missão de jovens na Universidade de Angelina. Ela e Rico começam a viver uma história de amor intensa, com muitas questões sendo levantadas durante o livro.

Lycia move fé, escolhas, razão e emoção em seu segundo romance, voltado para um público um pouco mais velho que o público do primeiro livro da coleção. A narrativa da autora evoluiu e melhorou consideravelmente, reparando os pequenos problemas que apresentou no primeiro livro. O português da autora também é impecável. O livro pode ser lido por quem não leu o outro da coleção e é excelente ver como a autora conseguiu dar uma voz convincente ao personagem masculino, respeitando sua personalidade e levando-o a uma transformação convincente e gradual.
Ana é uma personagem maravilhosa, transbordando fé e confiança em Cristo, em uma entrega total a Ele. Apesar dessa abundância de espiritualidade e fé presente em Ana, o livro fala sobre religião e sobre Deus de uma forma tranquila e natural, sem forçar ou impor. Essa é uma característica extremamente positiva na escrita de Lycia, a naturalidade com que assuntos como religião e princípios cristãos fluem em seus livros como algo intrínseco ao personagem, mas respeitando o território do leitor e sem soar como uma “pregação”. Discordei de pequenas coisas, mas é porque até mesmo em uma mesma religião, há alguns pontos de vista diferentes. Mas ainda assim, o livro foi uma leitura agradável e com uma mensagem muito forte sobre superação, vida, amor, perdão e fé.
Eu fico impressionada com a Ana, porque simplesmente não tem como não se emocionar. E a transformação do Rico também encanta. Apesar de ter um momento “bombástico” e surpreendente no livro, senti falta de mais reviravoltas – que “A Bandeja” tem aos montes. Apesar disso, achei esse infinitamente melhor e mais agradável de ler que o primeiro (e para quem leu minha resenha gigantesca, sabe que eu amei o primeiro). A escrita melhorou muito e até o ponto que comentei a respeito dos versículos foi aprimorado. Nesse livro soa tudo mais natural. Uma boa autora a gente nota assim: vai melhorando a cada texto, se remodelando e assim por diante. Dentro de sua proposta, o livro é excelente.
Além da falta que senti de mais reviravoltas (apesar da única que temos ser chocante), senti falta da interação entre mais personagens. Existem outros personagens em volta de Ana e Rico, mas ao contrário da história de Angelina, eles não são tão expressivos nesse livro. Senti falta de uma participação maior dos personagens secundários.
Lycia ganhou esse dom de Deus, que parece se aprimorar a cada livro. Agora estou ansiosa pelo próximo volume da coleção Despertares!
Reforço aqui que apesar do livro ter uma temática cristã é para todos os tipos de leitores. A autora não faz julgamento de valores e nem força a religião em seu enredo. Acho que todo mundo deveria dar uma chance e ler!

Promoção "Inacreditáveis"

Vou te contar um segredo: em parceria com a Editora Rocco, vou sortear o quarto volume da série Pretty Little Liars. Eu adorei Inacreditáveis, é o melhor de toda a série! Por isso, vou dar uma chance de outro leitor ler e se divertir muito com a história dessas quatro amigas que são perturbadas por mensagens estranhas e super reveladoras.
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Para ter mais chances, saiba como conseguir mais números para o sorteio:


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O Ladrão de Raios: Graphic Novel – Rick Riordan

Tudo que envolva Percy Jackson, eu leio sem pestanejar. Além disso, depois da adaptação cinematográfica da série, que foi um fiasco, o Rick merecia uma adaptação legal. Merecia não quer dizer que ele teve uma adaptação legal para a graphic novel. Eu não estou dizendo que é horrível, mas que deixou a desejar.
(Pausa para dizer que o tio Rick é tão fofo e não merecia adaptações zoadas. Mas isso pode provar que o livro dele é tão legal que não consegue ganhar uma adaptação decente! Voltando…)
A história vocês já conhecem: Percy Jackson descobre ser filho de um deus grego e, de quebra, precisa salvar a mãe e impedir uma guerra entre os deuses do Olimpo, provando que não foi ele que roubou o raio-mestre de Zeus.

Não há grandes alterações na adaptação para Graphic Novel, mas há muitos cortes e as ações passam correndo! E quando eu digo que é rápido, é rápido mesmo… Se não tivesse lido o livro, dificilmente entenderia o que e porque aconteceram certas coisas.
As cenas que eu mais gosto no livro ou passaram rápido demais ou não aconteceram. A questão é que Percy Jackson é extremamente visual, daria uma ótima graphic novel e não aconteceu isso. Devemos pensar que tanto o livro quanto a graphic novel são obras distintas, portanto, cada uma deve se sustentar sozinha. Se na graphic novel há furos e você não consegue ter um panorama completo do enredo, ela não foi bem adaptada.
Não estou pedindo para entrar em detalhes completos, longe disso. Mas realmente senti falta de algumas cenas e achei o ritmo acelerado demais, não dando para compreender a história.
Outra coisa que eu não gostei foram as ilustrações. Esse é sempre um campo difícil quando se adapta livros, pois raramente os desenhos vão corresponder à sua imaginação… Mas os personagens não aparentam ter doze anos de idade e as expressões de Percy e Annabeth parecem brutas demais, não combinam eles. Acho que grande parte da minha implicância com a Graphic Novel de Percy Jackson está relacionada às ilustrações, que não me agradaram.
O ponto positivo foi que eu li bem rápido, então é ótimo para dar a uma criança que esteja iniciando no mundo da leitura. Apresente a graphic novel a ela para que ela conheça um pouco da história, e depois entregue o livro para ela ler. Mas só indico nesse caso, ou se você for fã de Percy Jackson – como eu – e gostar de ter todos os livros para colecionar.